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SP: construção civil faz acordo para inclusão de deficientes

O setor de construção civil deve abrir vagas para pessoas com deficiência, uma vez que Sindicato da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) fecharam um acordo com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) fecharam um acordo para contratação desses profissionais.

As contrutoras que aderirem ao acordo assinado pelas entidades de classe terão até três anos para alcançarem a meta de contratação das pessoas com deficiência, conforme prevê a Lei 8213/91, que obriga empresas com cem ou mais funcionários a contratar pessoas com deficiência em percentual que vai de 2% a 5%.

O controle do número de pessoas com deficiência contratadas pelas empresas da construção civil será realizado por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de cada empresa na data da fiscalização. As três partes trabalham com a expectativa de cumprir 60% da meta nos primeiros 12 meses.

O acordo tripartite tem sido uma forma de negociação da superintendência com os setores econômicos para estimular a inclusão das pessoas com deficiência. A ideia é pressionar pela inclusão, em vez de apenas multar as companhias que não cumprem a lei.

As empresas interessadas em aderir ao acordo precisam obter o acordo com o Sinduscon-SP, assina-lo e entregá-lo ao SRTE da região. As três partes trabalham com a expectativa de cumprir 60% da meta nos primeiros 12 meses. As empresas têm até 14 de junho de 2015 para atingir 100% da sua cota.

Fonte: noticias.terra.com.br

Índice de Construção Civil sobe 1,30% em maio, diz FGV

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) subiu 1,30% em maio, variação acima do mês anterior, de 0,83%, segundo divulgou, nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula variação de 3,63% e em 12 meses, de 7,16%.

No quesito materiais, equipamentos e serviços a variação em maio foi de 0,35%, menor do que a de 0,58% no mês anterior. Dentro desse grupo, o de materiais e equipamentos ficou em 0,35%, ante 0,65% em abril. Também houve decréscimo em materiais para estrutura (0,68% para 0,40%), materiais para instalação (1,00% para 0,35%), materiais para acabamento (0,48% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,40% para 0,04%).

Os serviços responderam por 0,37% em maio, na comparação com 0,32% em abril, puxado por serviços pessoais, que passou de 0,38% para 0,73%. Já em mão de obra a taxa foi de 2,22%, ante 1,08% em abril. O maior índice veio do Rio de Janeiro, com 4,75%, seguido por São Paulo, com variação de 3,97% devido a reajustes salariais por data-base. Segundo a FGV, em Porto Alegre o impacto foi decrescente, com a taxa passando de 1,13% para 0,52%. A coleta de preços se deu entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

Fonte: noticias.yahoo.com

Construção civil contrata 1,41% a mais em abril e deve crescer mais que o PIB

O setor da construção  civil gerou 46.447 empregos com carteira assinada em abril, segundo pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon) e da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado, divulgado nesta quinta (24), mostra crescimento de 1,41% em relação a março. No fim de abril, o setor empregava 3,34 milhões de pessoas em todo país.

“O número indica que a construção segue aquecida, devendo confirmar nossa previsão de que o setor crescerá acima do PIB [Produto Interno Bruto] neste ano”, disse presidente do Sinduscon, Sergio Watanabe.

No primeiro quadrimestre do ano, o setor criou 169.719 postos de trabalho, 5,35% a mais que no mesmo período de 2012. Nos últimos 12 meses terminados em abril, a expansão foi 8,28%. No final de abril, a Região Sudeste concentrava mais da metade (50,5%) dos trabalhadores da construção civil no país, seguida pelas regiões Nordeste (21,4%); Sul (15%); Centro-Oeste (8,1%) e Norte (5%).

A Região Centro-Oeste apresentou, no comparativo mês a mês, o maior crescimento relativo de empregos (3,34%), seguida pelo Sudeste (1,67%), Sul (1,39%) e Nordeste (0,51%). A exceção ficou por conta da Região Norte, que praticamente manteve o nível de emprego (-0,05%).

Fonte: portogente.com.br

Uso de material sustentável em construções é tendência mundial, diz presidente do Sinduscon

Kauffmann informou que o setor privado vai apresentar iniciativas de construção sustentável no Forte de Copacabana.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio (Sinduscon-RJ), Roberto Kauffmann, disse que a utilização de materiais sustentáveis nas construções é uma tendência mundial.

“Sem dúvida alguma. A tendência mundial e aqui no Brasil seria a utilização de uma série de itens de sustentabilidade, como aquecimento solar e eólico, telhas especiais, uma série de itens que tornam a construção sustentável”, acrescentou, em entrevista à Agência Brasil.

Esse é o objetivo de muitas apresentações que vão ocorrer durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorrerá em junho. Kauffmann informou que o setor privado vai apresentar iniciativas de construção sustentável no Forte de Copacabana, que “estão sendo tomadas e incentivadas pelo estado, pela prefeitura e pelo governo federal”.

As instalações do Forte foram alugadas pelas federações das indústrias dos estados do Rio de Janeiro (Firjan) e de São Paulo (Fiesp), pela Fundação Roberto Marinho e pela prefeitura carioca. Lá ocorrerão vários eventos paralelos à Rio+20.

Um deles, programado para o dia 18 de junho, vai tratar da construção verde. A ideia, disse Kauffmann, é mostrar que o Brasil  “está praticando e pretendendo praticar a construção sustentável. Isso é feito não só para atender à população de baixa renda, mas também à classe média e à alta renda. A gente vai procurar avançar bastante em outros quesitos”.

Kauffmann lembrou que também a Caixa Econômica Federal, principal financiadora do setor da construção,   incentiva que as empresas usem materiais sustentáveis nos empreendimentos, seja para o programa Minha Casa Minha Vida  ou para os financiamentos normais.

“Principalmente na faixa de renda de R$ 1,6 mil, estão sendo seguidos vários quesitos de sustentabilidade. Você tem que ter uma área verde dentro do empreendimento. Isso é importante, além de aquecimento solar”, citou.

Também  as residências de luxo estão em busca da sustentabilidade. O primeiro condomínio da América Latina que recebeu a certificação inglesa Breeam (Building Research Establishment Environmental Assessment Method), criada em 1992,  foi o Movimento Terras, localizado em Petrópolis, na região serrana fluminense.

A certificação Breeam, uma das mais rigorosas em termos de exigências ambientais, já aprovou mais de 110 mil empreendimentos em vários países. As oito casas que integram o condomínio Movimento Terras apresentam inovações sustentáveis, entre elas estrutura metálica com aço reciclado, telhado verde, captação de água da chuva, madeira certificada, conforto ambiental com luz natural e ventilação cruzada e aquecimento solar.

O condomínio recebeu este mês o Greenbest, principal prêmio nacional de iniciativas sustentáveis, promovido pela Greenvana, empresa líder em sustentabilidade para o mercado de consumo no Brasil, na categoria projetos de arquitetura e construção.

Fonte: ultimoinstante.com.br

A sete meses do prazo final, 60% dos municípios de SP ainda não têm plano para resíduos da construção civil

Dos 348 municípios pesquisados, 61 têm legislação sobre resíduos da construção civil aprovada e 76 estão em estágio de elaboração ou aprovação

Levantamento divulgado ontem (17) mostra que 61% dos municípios do estado de São Paulo não têm legislação específica – ou estão em fase de elaboração – sobre os resíduos produzidos pela construção civil. A Resolução 448 do Conselho Nacional do Meio Ambiente determina que os municípios e o Distrito Federal (DF) elaborem os planos de Gestão de Resíduos de Construção Civil até janeiro de 2013, e o coloquem em prática até seis meses depois.

A enquete, feita de junho a agosto de 2011 pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), colheu dados em 348 (53,9%) dos 645 municípios paulistas. “A gente percebeu que existe muita iniciativa pontual nos municípios, mas que não são adequados à regulamentação por falta de conhecimento do assunto. E toda essa questão de regulamentação de resíduo da construção está sendo muito nova”, disse a coordenadora técnica do Comitê de Meio Ambiente do Sinduscon, Lilian Sarrouf.

Dos 348 municípios pesquisados, 61 têm legislação sobre resíduos da construção civil aprovada e 76 estão em estágio de elaboração ou aprovação. “De modo geral, as cidades maiores estão mais atualizadas. E também as cidades em área de preservação e cidades turísticas. As que já têm esse conceito da sustentabilidade, também já demonstraram que estão buscando o gerenciamento correto [dos resíduos]”, destacou a coordenadora.

O Sinduscon tem a expectativa que o percentual de cidades com legislação específica sobre o tema aumente rapidamente em razão da pressão da sociedade. “Haverá certamente uma pressão crescente de instituições sociais, do Ministério Público e do próprio estado, para que os planos municipais sejam desenvolvidos, disciplinando todos os resíduos sólidos e, inevitavelmente, os resíduos da construção civil”, diz o texto da pesquisa.

Fonte: administradores.com.br

Governo Estadual e setor da Construção Civil discutem destinação de Resíduos Sólidos

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) realizam, no próximo dia 17 de maio, das 13h às 17h30, na Assembleia Legislativa de São Paulo, o evento “Resíduos da Construção Civil – Soluções e Oportunidades”.

Esta iniciativa conjunta entre governo, entidades de classe e iniciativa privada pretende incentivar a melhoria da gestão dos resíduos da construção por parte dos diversos atores envolvidos. O encontro conta com o apoio do deputado Campos Machado, líder do PTB na Assembleia Legislativa.

Na ocasião, as empresas de reciclagem e aterro de resíduos da construção vão entregar à Cetesb (agência ambiental paulista) moção pedindo para que seja alterada a Resolução 56 SMA, que permite, sem controle de contaminantes, disposição de solo para correção topográfica.
Especialistas enxergam na Resolução 56 uma brecha para que sejam depositados na cidade, sem controle, solos contaminados. “Esta resolução permite a contaminação do solo de São Paulo. Temos que saber, por meio de registros, a origem e os destinos do entulho depositado na cidade”, disse Fernando Pinheiro Pedro, advogado ambientalista que, durante o evento, vai apresentar painel sobre a “Responsabilidade dos Agentes Envolvidos”.
O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Mais informações e inscrições pelo site http://www.anggulo.com.br/rcc/index.html.
A abertura do evento será feita pelo Secretário Adjunto do Meio Ambiente, Rubens Rizek e pelo presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe.
O evento acontece em um momento que, após sancionada a Política Estadual de Resíduos Sólidos (PERN), de 2006, e em 2010 a lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), está para ser divulgado o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que estipula metas para os diferentes setores darem destinação adequada a seus resíduos, incluindo, no caso do setor da construção, metas para que os municípios implantem áreas de transbordo e triagem, recicladoras e aterros para receber os resíduos inertes da construção. Com isto, são diversas as iniciativas distribuídas pelo Brasil, que visam cumprir as determinações da Política, além da recém atualizada resolução do Conama 307/2002, que traz prazos a serem cumpridos pelos municípios e geradores.
Com o objetivo de colaborar para essa discussão e apresentar avanços e soluções desse setor na gestão de resíduos, diversos especialistas e autoridades convidadas apresentarão exemplos que podem ser seguidos, além de debater sobre os desafios do setor da construção civil para o cumprimento das metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Entre os especialistas estão Lilian Sarrouf, coordenadora técnica do Comitê de Meio Ambiente do Sinduscon-SP (Comasp), que apresentará exemplos de gestão de resíduos sólidos pelos grandes geradores; Gilberto Meirelles, presidente da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) e Horácio Peralta, diretor da Associação Paulista das Empresas de Tratamento e Destinação Final de Resíduos Urbanos (Apetres), que apresentarão quais são as áreas de destinação e reciclagem de resíduos da construção.
Estarão presentes também representantes de diversos órgãos públicos, como Flavio de Miranda Ribeiro, assessor técnico do Gabinete da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e João Luiz Potenza, diretor do Centro de Projetos da Coordenadoria de Planejamento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, entre outros.
Durante o evento, André Aranha Campos, coordenador do Comitê de Meio Ambiente do Sinduscon-SP, fará o lançamento da publicação “Resíduos da Construção Civil e o Estado de São Paulo”, um levantamento da situação da implementação da gestão de resíduos da construção no Estado, feito por meio de uma pesquisa desenvolvida pelo Sinduscon-SP com 348 municípios do Estado.
Fonte: segs.com.br

Operários iniciam greve em Cubatão

Paralisação pode afetar segurança e manutenção do polo industrial.

Desde segunda-feira, 20 mil trabalhadores na área da construção civil de 32 empreiteiras que prestam serviços no polo industrial de Cubatão entraram em greve.

De acordo com o presidente da Sintracomos (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil, Montagem e Manutenção Industrial) Macaé Marcos Braz de Oliveira, a reivindicação é por aumento de 10% no salário, além de PLR (Participação nos Lucros) de R$ 5 mil.

Se permanecer por muito tempo, a paralisação dos 20 mil operários pode até comprometer a segurança do polo industrial.

“A partir do momento que o serviço de manutenção é paralisado compromete a segurança e o funcionamento. Se houver na refinaria um black-out como o ocorrido no domingo, será preciso dos operários das terceirizadas. O refino, por exemplo, não é de responsabilidade dos trabalhadores em greve, mas a manutenção sim”, afirma Alfredo Ragnelli, gerente de recursos humanos da NM Engenharia, empresa que possui 2.500 operários que prestam serviços na refinaria.

Consultada sobre a questão, a Petrobras afirmou que em caso de greve o posicionamento deve ser feito pela empreiteira responsável.

A Vale Fertilizantes afirmou em nota que os trabalhos na empresa não foram afetados devido à greve, afirmando que tomou atitudes com antecedência, fazendo que os trabalhadores entrassem mais cedo e por outra entrada. Hoje será realizada nova assembleia em frente à refinaria.

Fonte: band.com.br

Construção de S.Bernardo aprova reajuste de 7,47%

Os trabalhadores da construção civil de São Bernardo e Diadema aprovaram ontem, em assembleia, proposta definida pelos patrões por intermédio do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). Dos 180 presentes, 78% votaram a favor. Eles receberão aumento de 7,47% em seus salários – o reajuste é o mesmo aprovado na Capital. O aumento real, ou seja, acima da inflação, considerando o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) dos últimos 12 meses, que está em 4,9%, será de 2,57%.

A proposta, no entanto, foi aceita com ressalvas, destacou Cláudio Bernardo da Silva, secretário-geral do Sintracon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) nos dois municípios. “Vamos reivindicar nos próximos dias, diretamente com as empresas, participação nos lucros e resultados.”

Dentre as conquistas obtidas no acordo coletivo, Silva elenca o seguro de vida, que é pago pela primeira vez à categoria em São Bernardo e Diadema, composta por 20 mil pessoas. Em caso de morte ou invalidez por conta de acidente de trabalho, a indenização é de R$ 40 mil. Para morte natural, pagam-se R$ 15 mil.

O piso de pedreiros, armadores, pintores, gesseiros, carpinteiros e demais trabalhadores qualificados subiu de R$ 1.086,80 para R$ 1.167,98. O rendimento dos serventes, vigias, auxiliares, contínuos e demais funções que não demandem formação profissional subiu de R$ 910,80 para R$ 978,84.

O tíquete-refeição passou de R$ 13,80 para R$ 15. A cesta básica, por sua vez, não teve alteração, permanecendo em 36 quilos. Se a empresa optar pelo vale-alimentação, este foi reajustado de R$ 140 para R$ 150.

SÃO CAETANO – Os 1.200 trabalhadores da construção civil de São Caetano deverão realizar assembleia na terça-feira, dia 15, informou o diretor de negociação coletiva do Sintracon da cidade, Omar Bersano.

O piso dos profissionais do município é um pouco superior, de R$ 936,83 para os não qualificados e de R$ 1.166,20 para os qualificados.

Fonte: dgabc.com.br

Construção civil oferece reajuste de 7,47%

Os trabalhadores da construção civil do Grande ABC deverão receber reajuste de 7,47% neste ano, o mesmo concedido aos profissionais de São Paulo, Osasco e demais cidades da Região Metropolitana.

A proposta será votada por meio de assembleia na sexta-feira. A informação foi antecipada à equipe do Diário pelo secretário-geral do Sintracon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) de São Bernardo e Diadema, Cláudio Bernardo da Silva.

Na tarde de ontem, representantes do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e do Sintracon se reuniram para debater a proposta. Os empregados pediam aumento de 10% em seus salários. Mas foram oferecidos 7,47%, o que concede 2,5% de ganhos reais – considerando o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que ficou em 4,97% nos últimos 12 meses.

O profissional do setor na região recebe, a critério da empresa, vale-refeição ou cesta básica. O tíquete tem proposta de aumento de R$ 13,50 para R$ 15. A cesta, no entanto, permanecerá em 36 quilos. Há três anos, pesava 30 quilos e, dois anos atrás, a categoria conquistou o direito de recebê-la em casa. Os trabalhadores, no entanto, queriam que passasse a ser cotada em valores reais, em vez de quilos, e tivesse montante de R$ 300. A novidade, de acordo com Silva, é que o sindicato representante no município pode optar pelos 36 quilos de alimentos ou pelo vale-alimentação no valor de R$ 150. O secretário-geral do Sintracon revelou que há ainda outra cláusula que está sendo discutida com os patrões. “Queremos, além das férias, alguns dias de descanso a cada seis meses.” Se a proposta for rejeitada em assembleia, na sexta, os trabalhadores devem entrar em greve.

Fonte: dgabc.com.br

Trabalhadores da construção civil reivindicam melhores salários

Categoria cobra ainda a discussão sobre jornada de trabalho, inclusão no PLR, plano de saúde e mais segurança

No início da noite desta terça-feira (8), os funcionários da construção civil ligados ao Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e do Imobiliário do Estado de Alagoas (Sindticmal), reivindicaram melhores condições trabalhistas e salariais. O protesto aconteceu na praça do Skate, bairro de Ponta Verde, em Maceió.

Segundo líderes da categoria, vem sendo cobrada a discussão de reajuste de contratos, garantindo uma melhor jornada de trabalho, a inclusão do PLR (Participação nos Lucros e Resultados), aumento em torno de 12% em cima do atual salário, plano de saúde e maior segurança para os colaboradores.

O presidente da Sindticmal, Manoel Januário, informou que a classe luta pela gratuidade dos serviços alimentícios, uma vez que os custos saem do próprio bolso. “Nós lutamos pela inclusão do café da manhã para nós, funcionários, que erguemos esses enormes prédios, pois muitos aqui moram longe dos locais de trabalho”, afirmou.

As propostas foram enviadas ao Sindicato da Construção Civil (Sinduscon), para que sejam analisadas.

Fonte: tribunahoje.com