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Setor cresce menos que o previsto em 2012

As desacelerações no mercado imobiliário e no ritmo das obras públicas afetaram a indústria de material de construção no ano passado.

O setor encerrou o ano com um crescimento de 1,4% em relação a 2011, menos da metade do previsto no início de 2012. A expectativa era de um avanço de 4,5% no período.

Os dados divulgados hoje pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Material de Construção) contrastam com o avanço de 10,7% registrado em 2011.

Em balanço feito em novembro, a entidade já indicara que não seria possível alcançar a meta prevista inicialmente e projetava um crescimento de 2,5% para o fechamento de 2012.

O desempenho das vendas em dezembro, contudo, acentuou o tombo no ano. No último mês, o setor teve queda de 11,2% graças ao alto nível de estoques acumulados pelo varejo, segundo a Abramat.

A previsão da entidade para 2013 é ligeiramente mais otimista. Desonerações de IPI e da folha de pagamento, retomada das obras de infraestrutura e redução das importações devem ajudar à indústria. A previsão do setor é crescer entre 4% e 5% no ano que vem.

Fonte: jornalacidade.com.br

Arquivo Nacional da França, projetado por Fuksas, é inaugurado em Paris

Construção de 108 mil m² é dividida em dois blocos, um horizontal e outro vertical. Fachadas seguem geometria losangular

O novo prédio para o Arquivo Nacional da França, com projeto arquitetônico de Massimiliano e Doriana Fuksas, é inaugurado nesta segunda-feira (21). Localizado na comuna francesa de Pierrefitte-sur-Seine, em Paris, o edifício de 108 mil m² é aberto ao público após três anos em obras, realizadas pela empresa de engenharia Betom Ingégnierie.

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A construção é dividida em dois blocos, um de extensão horizontal e outro vertical, ambos com fachadas que seguem uma geometria losangular. Passarelas interligam os prédios, envoltos por espelhos d’água.

O primeiro consiste em seis volumes escorados chamados de “satélites”, que abrigam escritórios, sala de conferência com capacidade para 300 lugares e sala de exibições. A fachada envidraçada traz iluminação natural e transparência ao edifício formado por volumes de diferentes proporções.

Já o prédio vertical possui dez andares e 220 salas para estoque e, além de armazenar os documentos, abriga uma sala para leitura com 160 lugares. A fachada do monólito é toda revestida de alumínio, com exceção da sala de l
Um estacionamento com 5 mil m² de área foi planejado para abrigar 161 vagas subterrâneas e 46 no térreo.eitura da entrada do prédio, de vidro, para permitir a passagem de luz.

O projeto dos Fuksas recebeu três intervenções artísticas, uma de Antony Gormley, de Pascal Convert e outra de Fritscher. Em meio aos dois prédios, a escultura de Gormley possui formas geométricas vazadas e é refletid

a nos espelhos d’água e nas duas fachadas, como se acompanhasse a extensão dos prédios.

Vencedor de concurso lançado em 2005, o projeto foi escolhido entre 120 inscritos.

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Fonte: piniweb.com.br

 

Avaliação de conformidade para materiais de construção está em vigor

Inmetro alterou os critérios da certificação voluntária para telhas e blocos cerâmicos

Já estão em vigor os “Requisitos da Avaliação de Conformidade (RAC) para Materiais e Equipamentos da Construção Civil”. A Portaria de Nº 658 foi aprovada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no final de dezembro e publicada no Diário Oficial da União no mesmo mês.

Foram alteradas e atualizadas as certificações voluntárias para blocos cerâmicos para alvenaria estrutural e de vedação e telhas cerâmicas. Também foram criadas certificações para tijolos maciços cerâmicos para alvenaria e telhas de concreto. As medidas foram tomadas visando prevenir acidentes, assim como aumentar a durabilidade e o desempenho das construções.

O RAC estabelece três modelos de certificação distintos, sendo responsabilidade do fornecedor optar por um deles. São eles: Ensaio de lote; ensaio de tipo, seguido de verificação através de ensaios em amostras retiradas no comércio, exclusivo para micro e pequenas empresas; e ensaio de tipo, avaliação e aprovação do Sistema de Gestão de Qualidade do processo produtivo.

Fonte: piniweb.com.br

Cartão CredConstrução financiou R$ 117 milhões em materiais de construção no ano passado

Sistema de crédito da Amanco soma R$ 414 milhões em empréstimos desde seu lançamento, em 2008

O cartão CredConstrução Amanco, que possibilita o financiamento de materiais de construção, somou R$ 117 milhões em empréstimos durante 2012. O sistema de crédito da empresa Mexichem Brasil possibilita o financiamento de R$ 700 na primeira compra de materiais de construção nas redes filiadas e R$ 250 nas demais.

O resultado representa um aumento de 21% em comparação ao valor de 2011. Desde 2008, ano de lançamento do cartão, a empresa soma R$ 414 milhões em empréstimos. No período, foram emitidos 495 mil cartões e credenciados 2,6 mil estabelecimentos onde é possível efetuar compras no País.

A expectativa é que sejam financiados R$ 150 milhões em 2013, registrando um crescimento de 28% em relação a 2012. Ainda segundo previsão da empresa, devem ser emitidos 100 mil cartões no período.

Fonte: piniweb.com.br

MP amplia desoneração da folha para construção civil e comércio varejista

O Congresso analisa a Medida Provisória 601/12, que, entre outras ações, estende os benefícios fiscais da desoneração da folha de pagamento aos setores da construção civil, do comércio varejista e de serviços navais (manutenção e reparação de embarcações). As ações previstas na medida fazem parte do Plano Brasil Maior.

A medida altera a Lei 12.546/11. De acordo com o texto, empresas dos setores citados poderão substituir a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre os salários dos empregados por alíquotas de 1% a 2%, conforme o caso, sobre a receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos concedidos.

As novas regras são válidas até 31 de dezembro de 2014. As alterações dão continuidade à meta do governo de redução de custos e de valorização da indústria nacional, que teve início com as MPs 540/11, 563/12 e 582/12. Segundo o Executivo, o impacto orçamentário da renúncia fiscal já está contemplado na estimativa de receita da Lei Orçamentária Anual para 2013, a ser aprovada pelo Congresso.

Em relação à construção civil, o Planalto defende que a redução de encargos sobre o fator trabalho estimula o emprego formal e pode criar condições para reduzir o deficit habitacional no País – estimado em 6,3 milhões de unidades pelo Ministério das Cidades. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (Pnad), a indústria da construção civil gera 7,7 milhões de empregos diretos e indiretos e tem receita bruta estimada em R$171,6 bilhões para 2013.

No caso do comércio varejista, a expectativa é que a desoneração da folha beneficie o potencial de geração de emprego e renda que caracteriza o setor. De acordo com o Executivo, o comércio varejista reúne atualmente 1,2 milhão de empresas e responde por quase 10% do total de empregos (vínculos) formais no País (7,5 milhões de pessoas).

Projeto oferece cursos gratuitos na área de construção civil para mulheres

O projeto Mão na Massa, que qualifica mulheres para trabalharem na construção civil, abriu inscrições para dezenas de vagas em seus cursos.As oportunidades oferecidas são para os cursos de pedreiro, carpinteiro de forma, pintora, eletricista e armador.

Os módulos têm duração prevista de seis meses e incluem na formação aulas teóricas e práticas, onde as alunas poderão exercitar o aprendizado da sala de aula.

Na etapa teórica,ministrada na sede do projeto, será oferecido às alunas lanche e vale-transporte. Além disso, as participantes receberão todo o equipamento de proteção individual, indispensável para o canteiro de obras. Nesta etapa, que terá duração de três meses, o projeto vai contar com a experiência da Faetec-RJ, no ensino das profissões que constituem a construção civil.

Durante este período, as participantes ganham bolsa-auxílio de R$ 200 por mês, que visa ajudar em eventuais despesas para a realização do curso.

As inscrições acontecem nos dias 29 e 30 de janeiro e devem ser feitas entre 8 da manhã e meio-dia. As interessadas devem comparecer com os documentos pessoais e comprovante de endereço na Rua Ana Neri, 1422, Rocha, Rio de Janeiro. Podem participar do projeto apenas mulheres dos 18 aos 45 anos, que tenham cursado o 5º ano do ensino fundamental.

Fonte: odia.ig.com.br

Entulhos podem gerar cerca de R$ 26 bilhões por ano

Entulhos da construção civil e da demolição são matérias primas importantes e de qualidade para a pavimentação de ruas e avenidas, entre outros espaços e vias. Pisos e pavimentos fabricados a partir do reaproveitamento desses resíduos permitem a drenagem do solo e evitam que milhares de toneladas sejam descartados diariamente no meio ambiente e em aterros.

Segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), no Brasil são recolhidas oficialmente por ano cerca de 33 milhões de toneladas de entulho – material suficiente para construir quase 500 mil casas populares de 50 metros quadrados cada. Levando em consideração o preço do Custo Unitário Básico (CUB) médio brasileiro da construção em outubro de 2012 (R$ 1.001,47), são cerca de R$ 26 bilhões. Este valor pode ser ainda mais alto, já que a própria Abrecon admite que a quantidade descartada é muito maior que a oficial.

Na Europa e Estados Unidos os produtos da indústria de pavimento ecológico já são amplamente utilizados e esse segmento é consolidado no mercado. Os blocos de concreto reciclados estão se tornando opção no Brasil para obras de prefeituras e condomínios, entre outros. O pavimento ecológico significa economia de recursos naturais e, também, econômicos. Custa menos do que o pavimento convencional.

Usina de Reciclagem de Entulhos da construção civil
Usina de Reciclagem de Entulhos da construção civil

Para interessados em empreender nesse segmento, o Sebrae editou a cartilha Indústria de Pavimento Ecológico, integrante da série Ideias de Negócios Sustentáveis. Para acessá-la, basta acessar o site www.sustentabilidade.sebrae.com.br ou clicar http://www.sustentabilidade.sebrae.com.br/portal/site/Sustentabilidade/menuitem.98c8ec93a7cfda8f73042f20a27fe1ca/?vgnextoid=4e40308dee328310VgnVCM1000002af71eacRCRD.

Fonte: correaneto.com.br

Santos cria programa de descarte de resíduos da construção civil

Lei irá fiscalizar e punir empresas e pessoas que desobedecerem norma.
Prefeitura irá criar ecopontos para destinação dos resíduos.

A Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, publicou nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da cidade a lei que regula a destinação adequada dos materiais descartados pela construção civil. O programa estabelece normas e procedimentos técnicos para a destinação, além de propor ações que estimulem o beneficiamento ou reciclagem dos materiais.

A Lei Complementar 792 estabelece normas que devem ser seguidas tanto pelos grandes construtores quanto para os pequenos. A lei considera grande gerador toda empresa que atua no setor e as obras que produzem volume superior a cerca de 200 quilos de resíduos.

A criação de ecopontos e postos de entrega voluntária para quantidades menores é uma das medidas a serem adotadas pela Administração Municipal, que também realizará campanhas educativas para orientar empresários, trabalhadores da construção civil e população em geral sobre as regras que começam a ser fiscalizadas.

A utilização de caçambas para recolhimento de resíduos de obras é um dos pontos definidos pela Lei Complementar. Com dimensões máxima de 2,70 m de altura, elas só poderão permanecer estacionadas em vias públicas por três dias seguidos, prazo que só
pode ser prorrogado por até 12 horas. O estacionamento fica proibido nas avenidas da orla entre as 18h de sexta- feira até as 9h da segunda seguinte. Todas devem estar limpas e cobertas, pintadas de amarelo e com sinalização que permita a visualização dia e noite.

As pessoas ou empresas que não cumprirem as determinações da Lei Complementar serão notificadas e terão prazo para regularizar a infração. Caso o infrator não seja encontrado para assinar o documento de fiscalização, a notificação será publicada no Diário Oficial.

Em casos de não cumprimento da lei complementar o infrator , a critério da autoridade fiscalizadora, poderá receber advertência, interdição, apreensão de máquinas e equipamentos, conforme o caso, ter a obra embargada,  ter a suspensão ou cancelamento do cadastro emitido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) Santos, cassação do alvará de localização e funcionamento, cancelamento do Plano de Gerenciamento de RSCC e
multa.

Fonte: g1.globo.com

 

Greves do setor de construção envolveram menos trabalhadores em 2012

Dos movimentos registrados no ano passado, muitos ocorreram sem direção do sindicato representante e fora da data-base da categoria…

As greves do setor da construção civil no ano passado envolveram 501 mil trabalhadores, 13% ou quase 80 mil a menos do que em 2011, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (14) pela Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (Fenatracop). A maior parte dos movimentos grevistas ocorreu no primeiro semestre por causa de desigualdades salariais entre obras e regiões, e muitas ocorreram fora da data-base e sem direção do sindicato representante.

Um dos motivos para a redução no número de trabalhadores envolvidos foi o aumento nos salários e benefícios, aponta a federação. As reivindicações de 80% destas greves estavam relacionadas a questões básicas, como isonomia nos salários e nos benefícios entre as obras das regiões Sul e Sudeste e as das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A Fenatracop defende o Contrato Coletivo Nacional para o setor, garantindo pisos profissionais nacionais com benefícios isonômicos entre as obras das mesmas contratantes, como Petrobras, Eletrobrás, DNIT etc.. Segundo a federação, embora haja diferenças de até 30% entre obras em relação ao Sudeste, os preços dos projetos são nacionais e financiados pelos recursos públicos por meio do FGTS, FAT, BNDES e Caixa Econômica Federal, e contratados por empresas nacionais “que maximizam seus lucros com as diferenças regionais de salários”, indica a entidade na nota.

“O principal motivo para as paralisações são as desigualdades salariais, entre obras e regiões, sendo a maioria motivada por descumprimento de acordos, isonomia entre as obras e a busca de melhores condições no ambiente de trabalho”, indica o relatório. De acordo com a federação, muitos dos movimentos grevistas ocorreram mais de uma vez no ano (60% no primeiro semestre) porque as reivindicações não foram alcançadas na primeira tentativa.

A Fenatracop também observou que houve “um número significativo de greves fora da data base e sem a iniciativa dos sindicatos da categoria”, ainda que a quantidade de greves sem direção tenha reduzido no final de 2012. A entidade cita como exemplo a paralisação na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que foi provocada pelos próprios trabalhadores, sem a iniciativa do sindicato da categoria.

A maior parte das greves (48,5%) ocorreu nas obras de carga pesada, seguidas nas de montagem (35,93%) e na construção civil (15,57%). As paralisações também se concentraram no Nordeste (39,5%), seguido pelo Sudeste (25,1%). As obras que mais movimentaram trabalhadores foram as em estádios, refinarias e no setor habitacional em Pernambuco, que mobilizaram 83 mil trabalhadores, seguida pelas greves em obras de hidrelétricas e do setor habitacional no Pará, que mobilizaram 53 mil. Os estados de Espírito Santo, Ceará, Bahia e Rio de Janeiro também movimentaram mais de 40 mil trabalhadores em cada estado, nas áreas habitacional, montagem, infraestrutura, construção de estádios e de usina nuclear.

Fonte: dci.com.br

Construção civil perdeu 42,7 mil vagas no país em novembro, diz sindicato

O nível de emprego na construção civil no Brasil apresentou queda de 1,25% em novembro em comparação a outubro de 2012. O percentual representou o fechamento de 42,7 mil vagas em todo o país, informou nesta sexta-feira o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon). Só no estado de São Paulo, foram fechadas 8,5 mil vagas em novembro. Os dados referentes a dezembro ainda não foram contabilizados pelo sindicato.

Entre janeiro e novembro de 2012, o número de contratações no setor cresceu 6,22% em relação ao mesmo período do ano anterior, com a criação de 197,5 mil vagas. Com este acréscimo, os empregos formais na construção civil em todo o país somaram 3,371 milhões até novembro do ano passado.

Do total de trabalhadores com carteira assinada, metade estava empregada na Região Sudeste do país (1,695 milhão de empregados). Só no estado de São Paulo, as empresas de construção civil somaram 850,5 mil empregados formais até novembro do ano passado.

Fonte: odia.ig.com.br