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Construção vai crescer 4% em 2013, afirma economista da FGV

Para Ana Maria Castelo, setor deve seguir mesmo ritmo da economia do país no próximo ano

O setor da construção deve crescer 4% no próximo ano, de acordo com a coordenadora de construção civil da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. A análise foi apresentada durante a Reunião de Conjuntura da Diretoria do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), na última quarta-feira (3).

Em relação à economia brasileira no geral, Ana Maria Castelo acredita que o crescimento em 2013 será entre 3,5% e 4%. “A mudança da taxa de juros foi muito importante e a perspectiva é que ela se mantenha baixa. O governo sinaliza que quer manter investimentos, e se espera que a indústria, depois de cair 2% em 2012, se recupere em 2013”, afirma a economista. O Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer mais de 3% no próximo ano.

De acordo com Ana Maria, o Governo Federal está utilizando as parcerias e concessões à iniciativa privada para realizar investimentos em infraestrutura. Porém, ela afirma que a taxa de investimento da economia precisa ser maior que 22% para que o crescimento seja sustentável.

A economista também recomendou medidas como a redução pontual em tributos e a redução dos encargos previdenciários. Segundo ela, o setor da construção contribui 3,9% de seu faturamento para a Previdência Social – número que poderia ser menor em sua visão.

Fonte: piniweb.com.br

Construção civil recebe impulso para crescer

Linha de crédito Construcard oferece taxas reduzidas e maior prazo para quitar o financiamento

O anúncio da redução da taxa de juros e ampliação do prazo de parcelamento da linha de financiamento para a compra de materiais de construção Construcard, da Caixa Econômica Federal, deve dar novo fôlego ao segmento da construção civil.
A medida anunciada na última segunda-feira começou a ser praticada ontem nas agências bancárias do País. Com a redução, a taxa máxima de juros caiu de 2,35% para 1,85% ao mês e a taxa mínima passou de 1,96% para 1,40% ao mês. Já o prazo de financiamento, que antes era limitado a 60 meses, passou para 96, com opção de seis meses de carência para a execução das obras.

A redução mais uma vez deve contribuir para alavancar as vendas do setor, que já previa um crescimento gradual de 5% ao ano até 2020. Com as mudanças, a expectativa é de que nos próximos meses a venda dos produtos aumente de 2 a 3%. A confirmação é do presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Vale do Rio Pardo (Acomac), João Waldemar Goerck. Segundo ele, este é um sinal de que a Caixa está acreditando no setor. “São percentuais bem consideráveis e que fazem bastante diferença. Com esta taxação podemos incrementar mais ainda nossa venda e continuar na ascendente”, destaca.

Fonte: gaz.com.br

Índice de Construção Civil sobe 1,30% em maio, diz FGV

O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) subiu 1,30% em maio, variação acima do mês anterior, de 0,83%, segundo divulgou, nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o índice acumula variação de 3,63% e em 12 meses, de 7,16%.

No quesito materiais, equipamentos e serviços a variação em maio foi de 0,35%, menor do que a de 0,58% no mês anterior. Dentro desse grupo, o de materiais e equipamentos ficou em 0,35%, ante 0,65% em abril. Também houve decréscimo em materiais para estrutura (0,68% para 0,40%), materiais para instalação (1,00% para 0,35%), materiais para acabamento (0,48% para 0,37%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,40% para 0,04%).

Os serviços responderam por 0,37% em maio, na comparação com 0,32% em abril, puxado por serviços pessoais, que passou de 0,38% para 0,73%. Já em mão de obra a taxa foi de 2,22%, ante 1,08% em abril. O maior índice veio do Rio de Janeiro, com 4,75%, seguido por São Paulo, com variação de 3,97% devido a reajustes salariais por data-base. Segundo a FGV, em Porto Alegre o impacto foi decrescente, com a taxa passando de 1,13% para 0,52%. A coleta de preços se deu entre os dias 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.

Fonte: noticias.yahoo.com